O Parque Cão Sentado foi privatizado pelo empresário Ronaldo de Amorim em julho de 2003. O Parque foi totalmente remodelado e hoje conta com novas instalações, escadas e corrimões, banheiros, sala de primeiros socorros, guarita com roleta, lanchonete, sede, playground, deck e áreas setorizadas. É uma ótima opção para quem quer fugir do agito urbano.
Neste lugar nada se tira, a não ser fotos,
Nada se deixa a não ser pegadas,
Nada se mata a não ser o tempo.

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Conduta Consciente

Conduta Consciente


Milhares de pessoas procuram ambientes naturais, como os encontrados em parques e outras áreas naturais protegidas, para atividades de lazer, que vão desde um simples passeio até a prática de esportes de natureza, como a caminhada, o montanhismo, a canoagem, a exploração de cavernas, o mergulho e muitas outras.

A natureza é frágil e precisa ser tratada com todo cuidado. É quase impossível restaurar pedras pichadas ou pintadas e impossível restaurar um caule de árvore entalhado. Portanto, a proteção destes locais depende muito do comportamento dos visitantes.

Para disseminar os princípios e regras de comportamento em áreas protegidas, o MMA - Ministério do Meio Ambiente - lançou a campanha “Conduta Consciente em Ambientes Naturais”.

Você pode evitar o impacto da poluição e da destruição das áreas que freqüenta. É só seguir algumas regras simples, que ajudam a proteger o meio ambiente, dão maior prazer à sua visita e previnem acidentes, que nesses lugares afastados podem ter graves conseqüências.

Regras de Conduta Consciente

Ministério do Meio Ambiente

Estas “Regras de Conduta Consciente” (mínimo impacto), resumidas nos 8 (Oito) princípios descritos a seguir, estão sendo adotadas pelas pessoas no mundo inteiro.

1 - PLANEJAMENTO É FUNDAMENTAL

• Entre em contato prévio com a administração da área que você vai visitar para tomar conhecimento dos regulamentos e restrições existentes.

• Informe-se sobre as condições climáticas do local e consulte a previsão do tempo antes de qualquer atividade em ambientes naturais.

• Viaje em grupos pequenos de até 10 pessoas. Grupos menores se harmonizam melhor com a natureza e causam menos impacto.

• Evite viajar para as áreas mais populares durante feriados prolongados e férias.

• Certifique-sede que você possui uma forma de acondicionar seu lixo (sacos plásticos), para trazê-lo de volta.

• Escolha as atividades que você vai realizar na sua visita, conforme o condicionamento físico e seu nível de experiência.

2 - VOCÊ É RESPONSÁVEL POR SUA SEGURANÇA

• O salvamento em ambientes naturais é caro e complexo, podendo levar dias e causar grandes danos ao meio ambiente. Portanto, em primeiro lugar, não se arrisque sem necessidade.

• Calcule o tempo total que passará viajando e deixe um roteiro da viagem com alguém de confiança, com instruções para acionar o resgate, caso necessário.

• Avise à administração da área que você está viajando sobre: sua experiência, o tamanho do grupo, o equipamento que vocês estão levando, o roteiro e a data esperada de retorno. Estas informações facilitarão o resgate em caso de acidente.

• Aprenda as técnicas básicas de segurança, como navegação (como usar um mapa e a bússola) e primeiros socorros. Para tanto, procure os clubes excursionistas, escolas de escalada, etc.

• Tenha certeza de que você dispõe do equipamento apropriado para cada situação. Acidentes e agressões à natureza em grande parte são causados por improvisações e uso inadequado de equipamentos. Leve sempre: lanterna, agasalho, capa de chuva e um estojo de primeiros socorros, alimento e água, mesmo em atividades com apenas um dia ou poucas horas de duração.

• Caso você não tenha experiência em atividades recreativas em ambientes naturais, entre em contato com centros excursionistas, empresas de ecoturismo ou condutores de visitantes. Visitantes inexperientes podem causar grandes impactos sem perceber e correr riscos desnecessários.
3 - CUIDE DAS TRILHAS E DOS LOCAIS DE ACAMPAMENTO

• Mantenha-se nas trilhas pré-determinadas. Não use atalhos que cortam caminhos. Os atalhos favorecem a erosão e a destruição das raízes e plantas inteiras.

• Mantenha-se na trilha mesmo se ela estiver molhada. lamacenta ou escorregadia. A dificuldade das trilhas faz parte do desafio de vivenciar a natureza. Se você contorna a parte danificada de uma trilha, o estrago se tornará maior no futuro.

4 - TRAGA SEU LIXO DE VOLTA

• Se você pode levar uma embalagem cheia para um ambiente natural, pode trazê-la vazia na volta.

• Ao percorrer uma trilha, ou sair de uma área de acampamento, certifique-se de que elas permanecem como se ninguém houvesse passado por ali. Remova todas as evidências de sua passagem. Não deixe rastros!

• Não queime nem enterre o lixo. As embalagens podem não queimar completamente, e animais podem cavar até o lixo e espalhá-lo. Traga todo o seu lixo de volta com você.
• Utilize as instalações sanitárias que existirem. Caso não haja instalações sanitárias (banheiros) na área, cave um buraco com 15 centímetros de profundidade a pelo menos 60m de qualquer fonte de água, trilhas ou locais de acampamento, em local onde não seja necessário remover a vegetação.

5 - DEIXE CADA COISA EM SEU LUGAR

• Não construa qualquer tipo de estrutura, como bancos, mesas, pontes etc. Não quebre ou corte galhos de árvores, mesmo que estejam mortas e tombadas, pois podem estar servindo de abrigo para aves ou outros animais.

• Resista à tentação de levar "lembranças" para casa. Deixe pedras, artefatos, flores, conchas etc onde você os encontrou, para que outros também possam apreciá-los.

• Tire apenas fotografias, deixe apenas leves pegadas, e leve para casa apenas suas memórias.
6 - NÃO FAÇA FOGUEIRAS
• Fogueiras matam o solo, enfeiam os locais e representam uma grande causa de incêndios florestais.
• Se você realmente precisa acender uma fogueira, utilize locais previamente estabelecidos e somente se as normas da área permitirem.
7 - RESPEITE OS ANIMAIS E AS PLANTAS
• Observe os animais à distância. A proximidade pode ser interpretada como uma ameaça e provocar um ataque, mesmo de pequenos animais. Além disso, animais silvestres podem transmitir doenças graves.
• Não alimente os animais. Os animais podem acabar se acostumando com comida humana e passar a invadir os acampamentos em busca de alimento, danificando barracas, mochilas e outros equipamentos.

• Não retire flores e plantas silvestres. Aprecie sua beleza no local, sem agredir a natureza e dando a mesma oportunidade a outros visitantes.
8 - SEJA CORTÊS COM OUTROS VISITANTES
• Ande e acampe em silêncio, preservando a tranqüilidade e a sensação de harmonia que a natureza favorece. Deixe rádios e instrumentos sonoros em casa.

• Deixe os animais domésticos em casa. Caso traga o seu animal com você, mantenha-o controlado todo o tempo, incluindo evitar latidos ou outros ruídos. As fezes dos animais devem se tratadas da mesma maneira que as humanas. Elas estão sob sua responsabilidade. Muitas áreas não permitem a entrada de animais domésticos, verifique com antecedência.

• Cores fortes, como branco, azul, vermelho ou amarelo devem ser evitadas, pois podem ser vistas a quilômetros de distância e quebram a harmonia dos ambientes naturais. Use roupas e equipamentos de cores neutras, para evitar a poluição visual em locais muito freqüentados.
• Colabore com a educação de outros visitantes, transmitindo os princípios de mínimo impacto sempre que houver oportunidade.

Cartilha sobre os Padrões de Conduta para Caminhadas e Rapel


Autor : Felipe Heerema
Biólogo / Consultor Ambiental
Autor dos Padrões de Conduta

1. Para que servem os Padrões de Conduta para Caminhadas em Trilhas e Rapel?

Os Padrões de Conduta são documentos contendo normas que visam minimizar os impactos ambientais resultantes da visitação e da atividade turística nas trilhas e locais de rapel contribuindo, desta forma, para a preservação do meio ambiente do Parque.

2. Qual é o público alvo dessas normas?

Os Padrões contém itens implementados que são obrigatórios e que devem ser cumpridos por todas as pessoas que conduzem grupos freqüentemente ao Parque, como guias (EMBRATUR) e condutores, sejam eles autônomos ou pertencentes a operadoras de turismo ou clubes excursionistas, além de professores da rede pública e particular.

3.Qual o poder legal destes documentos?

Os Padrões de Conduta contém itens presentes nas leis ambientais mais pertinentes a esta Unidade de Conservação (Lei de Crimes Ambientais e SNUC) e outros itens específicos que agora compõe o Regulamento Interno desta U.C.

4.Quem é responsável por fiscalizar o cumprimento dessas normas?

Por se tratar de uma U.C. administrada conjuntamente entre Estado (Turisrio) e Prefeitura, tanto a equipe de guardas municipais como a de fiscais, são responsáveis por fiscalizar o cumprimento dessas normas pelos guias, condutores ou professores. Os guardas e fiscais contarão com o apoio fundamental dos monitores ambientais, responsáveis pelo cadastramento e distribuição dos Padrões de Conduta.

5.Para que serve o cadastramento?

O cadastramento tem como objetivos principais:

- conhecer os guias, condutores e professores, assim como as operadoras de ecoturismo, clubes excursionistas, escolas e outras organizações para os quais estes estão trabalhando no Parque;

- realizar um acompanhamento da atuação dessas pessoas e organizações, identificando os que porventura estiverem causando algum impacto negativo, com o objetivo de incentivar a melhoria da capacitação e do nível de conscientização ambiental, o que contribuirá para a preservação das trilhas e áreas de cume do Parque.

6.Qual é a vantagem do cadastramento para os guias, operadoras, professores etc ?

Com a implementação deste processo, é esperado um ajustamento progressivo da atuação dos guias, condutores e professores com relação às normas, o que será benéfico para todos, pois os impactos ambientais negativos (reais ou potenciais) certamente serão minimizados.

Diminuindo os impactos, a qualidade ambiental fica menos comprometida e todos poderão continuar usufruindo as belezas naturais do Parque.

7.E para que serve o Termo de Responsabilidade?

O Termo tem o papel de conscientizar os responsáveis pela condução dos grupos acerca da importância e significado dessa responsabilidade, no sentido que estas pessoas estejam plenamente capacitadas para conduzir esses grupos em caminhadas e esportes de montanha.

Essa capacitação deve incluir, por exemplo, cuidados com o meio ambiente, noções de “Primeiros Socorros” e saber o que fazer e a quem recorrer em situações de emergência.

8.O que acontecerá com a pessoa ou organização que não cumprir essas normas?

As normas não foram criadas para ter um caráter repressivo e sim educador. A intenção não é punir alguém, mas fazer com que todos respeitem e cumpram essas normas por entenderem o benefício que pode ser gerado ao meio ambiente, o que irá trazer um retorno positivo para todos.

A punição só acontecerá em última instância, caso o infrator seja um grande reincidente, continuando a atuar de forma inadequada mesmo após uma conversa amigável por parte dos fiscais, guardas e monitores do Parque.

Se isso acontecer, o infrator poderá receber uma advertência mais séria na frente de seu grupo, o que seria muito ruim para sua reputação. Caso este trabalhe para alguma operadora, clube, escola ou outra organização, estes poderão receber um comunicado do Parque, informando o ocorrido.

Fonte de Consulta:
Secretaria de Biodiversidade e Florestas
Diretoria do Programa Nacional de Áreas Protegidas
Ministério do Meio Ambiente
Esplanada dos Ministérios, Bloco B, 7º andara
CEP: 70068-900 -m Brasília - DF

10/02/2007 por Monique

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